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Gripe (influenza)

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Custo de cada dose: R$ 150

sobre a doença

A influenza ou gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, ocasionada pelo vírus influenza, com elevado potencial de transmissão e prevenível por vacina. Ela ocorre todos os anos e está entre as viroses mais frequentes em todo o mundo. Costuma causar complicações principalmente em crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comprometimento da saúde (portadores de doença respiratória ou cardíaca, obesidade, diabetes, trissomias, deficiência da imunidade, entre outras).

Em geral, tem evolução por período limitado, em geral de um a quatro dias, mas pode se apresentar forma grave. A gripe propaga-se facilmente e é responsável por elevadas taxas de hospitalização. Idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, ou imunodeficiência são mais vulneráveis aos vírus. Um indivíduo pode contrair a gripe várias vezes ao longo da vida.

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Quais são os sintomas?

Clinicamente, a doença inicia-se com febre, em geral acima de 38°C, seguida de dor muscular e de garganta, prostração, cefaleia e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de 3 dias. Os sintomas sistêmicos são muito intensos nos primeiros dias da doença. Com a sua progressão, os sintomas respiratórios tornam-se mais evidentes e mantêm-se em geral por 3 a 4 dias, após o desaparecimento da febre.

Adulto – O quadro clínico em adultos sadios pode variar de intensidade

Criança – A temperatura pode atingir níveis mais altos, sendo comum o achado de aumento dos linfonodos cervicais e também podem fazer parte os quadros de bronquite ou bronquiolite, além de sintomas gastrointestinais

Idoso – quase sempre se apresentam febris, às vezes, sem outros sintomas, mas em geral, a temperatura não atinge níveis tão altos.

Os demais sinais e sintomas são habitualmente de aparecimento súbito, como:

  • Calafrios
  • Mal-estar
  • Cefaleia
  • Mialgia
  • Dor de garganta
  • Dor nas juntas
  • Prostração
  • Secreção nasal excessiva
  • Tosse seca

Podem ainda estar presentes:

  • Diarreia
  • Vômito
  • Fadiga
  • Rouquidão
  • Olhos avermelhados e lacrimejantes
  • Efeitos colaterais

Os eventos adversos não são frequentes. Em aproximadamente 10% dos vacinados surge dor local ou febre nas primeiras 12 horas após a vacinação.

É importante ressaltar que a vacina não causa a gripe, pois utiliza vírus inativados. Entretanto, na prática clínica é comum a ocorrência de outras doenças do trato respiratório superior após a vacinação, que frequentemente são interpretadas erroneamente como evento adverso da vacina.

Transmissão da doença

Aaaaatchim... Pronto! Lá se vão cerca de 40 mil gotículas de saliva no ar durante um simples espirro. Com elas seguem também os vírus da gripe. Dessa forma eles “viajam” por aí, se “acomodam” nas superfícies de objetos e passam de uma pessoa para outra quando atingem as mucosas de boca, nariz e olhos.

A gripe é causada por mais de um tipo de vírus influenza, classificados como A e B, e cada um possui subtipos. Os associados ao tipo A recebem nomes como, por exemplo, A(H1N1), A(H3N2) e A(H7N9), sendo os dois primeiros os que circulam entre humanos atualmente. Já os vírus tipo B são classificados como de linhagem Victoria e linhagem Yamagata.

O período de transmissão da gripe começa 24 horas antes dos sintomas e dura de cinco a dez dias após o seu surgimento. Em crianças e pessoas com imunidade comprometida esse período dura até mais de dez dias.

Os vírus influenza A também infectam aves, cavalos, porcos, focas, baleias e estão sempre dando um jeito de se modificar, ainda que bem pouquinho, só para enganar os anticorpos — agentes responsáveis pela defesa do organismo. Quando o vírus influenza de um animal se “mistura” com de um humano, origina-se um novo tipo de vírus. Foi o que possibilitou a pandemia de “gripe suína”, causada pelo vírus A(H1N1).

Essa capacidade de produzir novos tipos faz com que seja necessária uma vigilância contínua em todo o mundo, realizada por centros coordenados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A partir dessas informações é definida, anualmente, a composição das vacinas que serão indicadas a quem vive no hemisfério Sul ou no hemisfério Norte. Isso torna necessária a vacinação anual a melhor forma de prevenir contra a gripe

Prevenção

Infecção pelo vírus Influenza (que causa a gripe) contidos nas vacinas.

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Sua formulação contém proteínas de diferentes cepas do vírus Influenza definidas ano a ano conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que realiza a vigilância nos hemisférios Norte e Sul. As cepas vacinais são cultivadas em ovos embrionados de galinha e, por isso, as vacinas contêm traços de proteínas do ovo.

Existe vacina trivalente, com duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B, e vacina quadrivalente, com duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

Quando a apresentação é monodose, ou seja, em seringas prontas com doses individuais, a vacina não contém conservantes. Já a apresentação multidose, como acontece com outras vacinas, contém timerosal (derivado do mercúrio) como conservante.

Podem conter traços de formaldeído e antibióticos (geralmente gentamicina ou neomicina), utilizados durante a fabricação para prevenir contaminação por germes. Também contém cloreto de sódio e água para injeção.

 

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

 

Esquema de doses

  • Para crianças entre 6 meses e 8 anos de idade: duas doses na primeira vez em que forem vacinadas (primovacinação), com intervalo de um mês e revacinação anual.
  • A partir de 9 anos: dose única anual.
  • Para menores de 3 anos, na dependência da bula do fabricante, o volume a ser aplicado em cada dose pode ser de 0,25 mL ou 0,5 Ml
  • À partir de três meses após a primeira dose, devido à queda na imunidade com o tempo, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) passou a recomendar uma segunda dose anual da vacina contra o vírus Influenza, causador da gripe, para grupos considerados de maior risco para desfechos mais graves da doença, como
  • > idosos ( >60 anos)
  • > pessoas com comorbidades
  • Diabetes melitus
  • Pneumopatias crônicas
  • Doenças cardiovasculares ( hipertensão arterial, arritmias, cardiopatias congênitas, valvopatias, miocardiopatias, pericardiopatias, próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados, síndromes coronarianas,insuficiência cardíaca, cor pulmonar e hipertensão pulmonar )
  • Doenças neurológicas
  • Doença renal crônica
  • Hemoglobinopatias graves
  • Obesidade mórbida
  • Síndrome de Down
  • Cirrose hepática
  • >  imunossuprimidos
  • Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV;
  • doenças inflamatórias imunomediadas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias;
  • pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses;
  • neoplasias hematológicas.
  • > Pessoas que  vão viajar para países do Hemisfério Norte e, por isso, enfrentarão um inverno – temporada de aumento da gripe – fora de época e distante da campanha no Brasil.

Para maiores informações:

SBIM calendário de vacinação - https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-idoso.pdf

Matéria “O Globo” com Dra Monica Levi,  da SBIM - https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2022/09/vacina-da-gripe-sociedade-medica-passa-a-recomendar-segunda-dose-para-pessoas-com-mais-de-60-anos-entenda.ghtml

Comorbidades prioritárias para vacinacao ( influenza e Covid) - https://www.ufrgs.br/telessauders/perguntas/quais-as-comorbidades-sao-consideradas-prioritarias-para-a-vacinacao-contra-a-covid-19/

 

 

Contraindicação

Pessoas com alergia grave (anafilaxia), a algum componente da vacina ou a dose anterior.

 

Efeito e eventos adversos

  • Manifestações locais como dor, vermelhidão e endurecimento ocorrem em 15% a 20% dos vacinados. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas.
  • Manifestações sistêmicas também são benignas e breves. Febre, mal-estar e dor muscular acometem 1% a 2% dos vacinados. Têm início de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias, sendo mais comuns na primeira vez em que tomam a vacina. Reações anafiláticas são raríssimas.

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