Estudos apontam que muitos dos problemas alimentares não dizem respeito ao ato de alimentar em si, mas são decorrentes de conflitos oriundos de relações intrafamiliares.
A causa da recusa alimentar por ter origem orgânica, ou de deficiência de minerais e de vitaminas, mas também pode ser reflexo de um comportamento protecionista por parte dos pais, dos avós e de todos os membros da casa. De acordo com a faixa etária podemos ter uma causa preponderante para esse comportamento.
A criança começa a conhecer novos alimentos a partir dos 6 meses de idade quando deve começar a sofrer o desmame (até essa idade a limentação deve ser exclusivamente o leite materno).
É necessário que os pais estejam atentos a oferecer uma variedade em sabor e texturas dos allimentos, para que no final do primeiro ano de vida eles estejam aptos a comer junto com a família e receber os mesmos alimentos, com pequenas modificações nos temperos. Nessa faixa etária as opções alimentares já se fazem presentes, e os pais devem respeitar os gostos dos filhos, nada de insistir com a criança para que coma um determinado alimento que já foi oferecido por mais de uma vez e de formas diferentes, o melhor é substituir por outro do mesmo grupo nutricional.
Exemplo: se rejeita abóbora, procure substituir por beterraba, ou mandioquinha amarela, ou cenoura.
A participação da mãe no processo da alimentação é de fundamental importância, as repercussões de suas atitudes podem acarretar sérias conseqüências para a criança. Mães com histórico de depressão e transtornos alimentares tendem a apresentar filhos com maior risco de padrões alimentares inadequados (seletividade) e comprometimento no crescimento e desenvolvimento.
Assim como pais exigentes podem favorecer o aparecimento de dificuldades no processo alimentar, por exercerem mais controle sobre o que seus filhos comem.











